No Instituto Consulado da Mulher, acreditamos que a verdadeira transformação social começa com dados reais e escuta ativa. Mais do que “fazer bicos”, milhares de brasileiras são proprietárias de seus próprios destinos, enfrentando desafios únicos que misturam a gestão de negócios com a economia do cuidado.
Para promover a transparência e apoiar a criação de políticas públicas mais eficientes, apresentamos os resultados de nossas pesquisas mais recentes.

Nanoempre-
endedorismo
Feminino
Conheça a realidade por trás dos negócios.
Estes estudos detalham as motivações, os paradoxos e a força de resiliência das nanoempreendedoras em todo o Brasil.
1a Pesquisa 2024
Nanoempreendedorismo
Feminino: Desafios
e Motivações
Uma pesquisa abrangente que mapeia o perfil sociodemográfico das mulheres que empreendem por necessidade.
O que você vai encontrar: Dados detalhados sobre escolaridade, renda familiar, saúde mental e o impacto das responsabilidades domésticas na gestão do negócio.
2a Pesquisa 2026
Nanoempreendedora em
Foco: Identidade e o Paradoxo
da Autonomia
Uma análise qualitativa e quantitativa que explora a autopercepção dessas mulheres e o impacto dos programas de capacitação.
O que você vai encontrar: A análise dos “quatro paradoxos” do nanoempreendedorismo, incluindo o conflito entre a alta qualificação e o baixo retorno financeiro.
3a Pesquisa 2026
Nanoempreendedora em
Foco: Identidade e o Paradoxo da Autonomia (Recorte Nordeste)
Como parte de uma pesquisa nacional, este recorte explora o impacto dos programas de capacitação e a autopercepção das nanoempreendedoras no Nordeste.
A análise regional é essencial para compreender a diversidade do empreendedorismo feminino no país, revelando como desigualdades estruturais, arranjos comunitários e o alto índice de empreendedorismo por necessidade moldam a jornada e as contradições vivenciadas por essas mulheres.
4a Pesquisa 2026
Nanoempreendedora em
Foco: Identidade e o Paradoxo da Autonomia (Recorte Sul)
Como parte de uma pesquisa nacional, este recorte explora o impacto dos programas de capacitação e a autopercepção das nanoempreendedoras na Região Sul. A análise regional é essencial para compreender a diversidade do empreendedorismo feminino no país, revelando como a forte tradição de associativismo, a busca por formalização e o mito da autossuficiência econômica moldam a jornada e as contradições vivenciadas por essas mulheres no mercado local.